Nesse momento da minha vida,em que a maturidade me fez rever valores e me aprofundar em conceitos ultrapassados pela própria experiência, desejo reunir vários poemas para que seja mais fácil a leitura e a reflexão de meu trabalho.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Silêncio


A criança aqui, o sofrimento ali.
Humanidade tão indiferente,
As palavras não são ditas,
E tudo continua naturalmente.

Qual a razão desse silêncio,
Cada um para si vivendo,
E não há nenhum remédio,
Para a dor do sentimento.

A solidão dos seres humanos,
Que já em nada acreditam,
Tantos, tantos sofrimentos,
E os dias que se arrastam.

Vejo o céu a brilhar azul,
Só a natureza se ergue e reage,
E sentimos que nada transborde,
de um coração triste e indiferente.
O ego parece a única verdade,

Tão fria e áspera como o metal.
Disputa sem amor nem suavidade,
Arma cruel, subjetiva e letal.
Vânia Moreira Diniz
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